O que você faria se alguém lhe pedisse para assinar um documento, uma procuração, onde você concederia a essa pessoa o direito de falar e de agir por você, tomar decisões sobre o seu futuro, decidir sobre quanto de imposto você vai pagar em um produto, quanto tempo você vai ter que trabalhar até se aposentar, o que seus filhos vão estudar na escola e até se você deve ou não ter em seu veículo um extintor de incêndio. Tudo que esta pessoa fizesse ou falasse, seria como se você estivesse fazendo ou falando. O que você faria? Assinaria esta procuração e confiaria a esta pessoa tamanha responsabilidade? Não? E se eu lhe dissesse que você é obrigado(a) a assinar, que você precisa escolher alguém que tome todas estas e outras decisões por você? Situação difícil, não?
A hipótese acima citada nada mais é do que a forma como funciona o processo eleitoral brasileiro. Somos obrigados a escolher uma pessoa que nos represente e estamos nos aproximando do dia em que precisaremos assinar uma procuração, confiando a outros o direito de falar e de agir em nosso nome. Por este motivo, devemos escolher muito bem quem receberá o nosso voto, a quem vamos entregar a procuração.
Como cristãos, temos o dever de escolhermos pessoas comprometidas com nossos ideais. Pessoas que não apoiem causas que a Palavra de Deus condena. Por isso, não entregue seu voto a qualquer um. Pesquise, investigue, informe-se sobre o que pensa e como age a pessoa em quem você dará seu voto. Não se preocupe apenas com a escolha do presidente, mas atenha-se a escolher com sabedoria os senadores, deputados federais e estaduais e o governador. O seu futuro durante os próximos quatro anos estará nas mãos destas pessoas. Pense nisso!
Que Deus te abençoe e te dê sabedoria!
Autor: Marcos Lindner